quinta-feira, 7 de julho de 2011

Descentralização urbana



As regiões metropolitanas nacionais já passam por um processo de despovoamento, há alguns critérios, a diminuição populacional, é em maioria de mão-de-obra qualificada, pessoas com rendas superiores a da população, outra pelos problemas que essas regiões apresentam. As indústrias e serviços privados, que migram, são as de grande porte, como as transnacionais.

Nesse âmbito continuam os problemas estruturais na malha urbana, tem que haver uma integração com os governos das esferas municipal, estadual e federal. Para reestruturação das regiões metropolitanas, pra que se melhorem os serviços públicos.

E nas regiões periféricas do Brasil e metropolitanas (com menos problemas sociais), tem que se criar um programa para que tenham bons serviços públicos, para que elas sejam lugares de atração populacional, de indústrias e comércio. O fluxo esta em direção a essas cidades, por isso elas passam a apresentar os mesmos problemas das regiões metopolitanas. 

Pela extensão do Brasil, e por ele apresentar enormes contrastes, cada região tem que ser observada e aparelhada de acordo com o ambiente local.

Algo assim já foi feito, mas não se verificou uma efetiva melhora nas regiões densamente povoadas, a divida externa que era para crescer em cinqüenta anos cresceu em cinco.

Colocar a capital no interior do país, não adiantou muito, pois não foi instaurada a infra-estrutura na região, investiu apenas onde se situa a cidade. A interligação foi feita mais a partir da onde já era desenvolvido, nas metrópoles.

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