Nesse âmbito continuam os problemas estruturais na malha urbana, tem que haver uma integração com os governos das esferas municipal, estadual e federal. Para reestruturação das regiões metropolitanas, pra que se melhorem os serviços públicos.
E nas regiões periféricas do Brasil e metropolitanas (com menos problemas sociais), tem que se criar um programa para que tenham bons serviços públicos, para que elas sejam lugares de atração populacional, de indústrias e comércio. O fluxo esta em direção a essas cidades, por isso elas passam a apresentar os mesmos problemas das regiões metopolitanas.
Pela extensão do Brasil, e por ele apresentar enormes contrastes, cada região tem que ser observada e aparelhada de acordo com o ambiente local.
Algo assim já foi feito, mas não se verificou uma efetiva melhora nas regiões densamente povoadas, a divida externa que era para crescer em cinqüenta anos cresceu em cinco.
Colocar a capital no interior do país, não adiantou muito, pois não foi instaurada a infra-estrutura na região, investiu apenas onde se situa a cidade. A interligação foi feita mais a partir da onde já era desenvolvido, nas metrópoles.
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