Mercado imobiliário se volta para os jovens com menos de 35 anos - Notícias - Economia - Habitação:
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Mercado imobiliário se volta para os jovens com menos de 35 anos
Sistema Financeiro de Habitação confirma a tendência: até o fim do ano passado, 42% dos mutuários da Caixa tinham menos de 35 anos; no primeiro semestre deste ano, esse percentual subiu para 55%
Da Redação do pe360graus.com
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O crescimento do mercado imobiliário brasileiro já escolheu um público especial: os jovens com menos de 35 anos de idade. A maioria compra o apartamento para sair da casa dos pais, mas aumenta também o número daqueles que estão investindo no segundo imóvel.
O administrador de empresas Marcelo Domingues(foto 2), 31 anos, por exemplo, é solteiro e decidiu comprar dois apartamentos num prédio em Olinda, onde os imóveis têm 58m². Além da liberdade de poder morar sozinho, para ele, os imóveis também representam segurança. “Quando você compra na planta, é um investimento muito bom. Também dá tranqüilidade saber que você tem onde morar, que você tem uma fonte de renda”, aponta.
O Sistema Financeiro de Habitação confirma a tendência: até o fim do ano passado, 42% dos mutuários da Caixa Econômica Federal, o banco que mais financia imóveis no País, tinham menos de 35 anos; no primeiro semestre deste ano, esse percentual subiu para 55%.
Atento a essa mudança, o mercado imobiliário está construindo mais edifícios com apartamentos menores. De acordo com o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobilário (Ademi), Alexandre Mirinda (foto 3), as construtoras perceberam o interesse dos mais jovens em comprar a casa própria e estão adequando o tamanho dos imóveis a essas famílias menores – quando não são individuais. “Consciente da segurança do emprego e do fato de as prestações agora serem decrescentes, ele [o jovem] sabe que a parcela cabe no seu bolso, está confiante em fazer esse investimento”, assegura.
O administrador de empresas Marcelo Domingues(foto 2), 31 anos, por exemplo, é solteiro e decidiu comprar dois apartamentos num prédio em Olinda, onde os imóveis têm 58m². Além da liberdade de poder morar sozinho, para ele, os imóveis também representam segurança. “Quando você compra na planta, é um investimento muito bom. Também dá tranqüilidade saber que você tem onde morar, que você tem uma fonte de renda”, aponta.
O Sistema Financeiro de Habitação confirma a tendência: até o fim do ano passado, 42% dos mutuários da Caixa Econômica Federal, o banco que mais financia imóveis no País, tinham menos de 35 anos; no primeiro semestre deste ano, esse percentual subiu para 55%.
Atento a essa mudança, o mercado imobiliário está construindo mais edifícios com apartamentos menores. De acordo com o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobilário (Ademi), Alexandre Mirinda (foto 3), as construtoras perceberam o interesse dos mais jovens em comprar a casa própria e estão adequando o tamanho dos imóveis a essas famílias menores – quando não são individuais. “Consciente da segurança do emprego e do fato de as prestações agora serem decrescentes, ele [o jovem] sabe que a parcela cabe no seu bolso, está confiante em fazer esse investimento”, assegura.
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