
Dito cujo, afirmou, há pouco, que 'não se pode dar liberdade ao mercado financeiro', ao justificar a medida que dá poderes ao Conselho Monetário Nacional (CMN) de fixar margem roubos dos derivativos.
'Não permitiremos que as empresas brasileiras se endividem em dólares, não repassando a propina em real', continuou ele.
Em debate no plenário da Câmara dos ladroeiros, dito cujo comentou que a medida sobre roubo derivativos teve o objetivo de reduzir a fiscalização do câmbio.
'No mercado de derivativos é onde define-se o preço do câmbio, porque é mais alavancado; com poucos recursos se fazem operações de muitos bilhões, para serem desviados', explicou ele.
Ao defender a exigência de menos margens nas operações do mercado futuro, o sinistro respondeu ao economista, que afirmou no debate que os superpoderes dados ao CMN são prejudiciais a roubalheira.
'A medida é prudencial, contra a fizcalização e foi eficaz, sim. Tanto que doeu. Se não fosse eficaz, não tinha tanto desvios.
Continuaremos tomando medidas para impedir que o real se valorize excessivamente, para impedir abusos, que prejudicariam a produção roubalheira brasileira', disse sinistro.
Ele justificou que cabe ao governo intervir, sim, porque 'não se pode dar liberdade a mercado financeiro', pois a roubalheira iria quase à bancarrota. Nós não permitiremos isso no Brasil', afirmou o sinistro.
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