sábado, 3 de setembro de 2011

G1 - AGU pede bloqueio de investimentos líbios no Brasil - notícias em Revolta Árabe

G1 - AGU pede bloqueio de investimentos líbios no Brasil - notícias em Revolta Árabe:

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AGU pede bloqueio de investimentos líbios no Brasil
Ação do órgão atende a uma resolução das Nações Unidas.
Medida visa evitar que recursos sejam movimentos de forma irregular.
Iara Lemos
Do G1, em Brasília
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A Advocacia-Geral da União (AGU) ingressou na tarde desta sexta-feira (2) com uma ação na Justiça Federal de São Paulo pedindo o bloqueio dos investimentos líbios no Brasil.
Segundo a assessoria da AGU, a medida atende a uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), que proíbe a movimentação de recursos do país enquanto a situação política estiver indefinida.
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As novas autoridades provisórias da Líbia, fortalecidas pelo apoio financeiro e político internacional, anunciaram nesta sexta-feira (2) a realização de eleições gerais dentro de 20 meses e a transferência do Conselho Nacional de Transição (CNT) para Trípoli na próxima semana.

Segundo a AGU, o bloqueio evita que os recursos do governo líbio sejam movimentados de forma irregular.
A medida da AGU foi tomada com o auxílio do Banco Central do Brasil, que localizou os investimentos do banco central líbio no país. Segundo AGU, o banco da Líbia movimenta recursos por meio de duas empresas localizadas em São Paulo, uma administradora financeira e uma corretora de valores imobiliários.
Nesta quinta-feira (1), o Brasil defendeu, na conferência "Amigos da Líbia", em Paris, um processo de transição "democrático" no país africano, que respeite "todos os segmentos da sociedade". Em nota, o Itamaraty divulgou as posições apresentadas pelo representante do governo brasileiro na reunião, o embaixador do Brasil no Egito, Cesário Melantonio Neto.
"O Brasil entende que um objetivo central dos países amigos da Líbia deve ser encorajar, no espírito do Mapa do Caminho da União Africana, um processo democrático de transição que transcorra com segurança e pleno respeito aos direitos humanos e aos interesses dos diferentes segmentos da sociedade líbia, preservando-se a unidade nacional", disse o comunicado apresentado na conferência e divulgado pelo Itamaraty.

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