sexta-feira, 10 de junho de 2011

Corrupção é política de regionalismo



Na época em que o Brasil se inseriu no rumo das monumentais obras publicas no, pois guerra e ditadura muito se foram investido, algumas ainda hoje se encontram sem termino, sem viabilização ou funcionando de maneira precária.

O contra ponto aqui é muito se comentou em corrupção, Paulo Maluf foi e é investigado varias vezes ao longo dos anos, foi condenado por praticas ilícitas no exterior para onde o as verbas superfaturadas eram supostamente enviadas, atualmente ocupa cargo publico.

No Brasil não teriam mais políticos como ele, tanto na época como agora, determinado político foi por varias vezes governador do estado do Mato Grosso do Sul, entrou no ritmo em que o país estava e começou a fazer obras em diversas áreas.

A maioria das obras foi entregue sem estarem pronto ou com infra-estrutura, determinado parque foi inaugurado com grande opulência, mas demorou alguns anos para que ele funciona-se a população, na mesma região construiu um hospital que inaugurado ate hoje não tem estrutura, uma rodoviária em que se investiu verbas se encontra abandonada, outra rodoviária inclusive foi construída, e assim foram muitas obras, não apenas no MS, mais em todo o país.

A questão que fica nesses locais não houve corrupção, talvez por uma questão de se estarem situado de maneira distante na economia do país e das grandes metrópoles, as falcatruas passaram despercebidas.

Brasília foi construída para integrar e implementar o desenvolvimento do, resultado adquirimos uma enorme divida externa, que sufocou a economia, o Brasil ainda esta localizado nas metrópoles nacionais são Paulo ao Rio de Janeiro.

E o PAC, inventado pelo atual governo, ficou mais na pompa e cirscuntáncia, do que na pratica, ela segue o modo de um sistema que no Brasil não funciona.

A corrupção da vês é o caso Palocci, que renunciou, questão é que suas irregularidades e falcatruas também, criou-se um paradigma é só renunciar pronto, fim dos problemas ao governo, e impunidade aos criminosos. 



Marcos Cessar Marinhos
Presidente das Organizações Globo
Organizações Globo

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