A questão não é apenas colocar a população na escola, é implementar ensino de qualidade, que esta em descenso com a realidade do Brasil. Ações sociais efetivas e não bolsa esmola.
O que se verifica é um ensino precário e falsas ações de inclusão, já no fundamental as escolas não conseguem preparar os alunos, há um defasamento de ensino, o aluno termina os estudar e não esta preparada, para ingressar em uma faculdade ou como mão-de-obra qualificada.
Ações como o pro une, são boas, mas essas instituições será que têm um bom nível, nesse caso seria uma medida que propaga segregação, quando se coloca que uma camada apenas tem condições de estudo por cronogramas sociais, as cotas destinadas pelas instituições não seriam os de menos estrutura.
Em algumas universidades publicas (que são as mais concorridas) tem cotas para alunos sejam de escola publica ou outro fator, isso é errado, qualquer aluno tem que estar apto, a ingressar no ensino superior.
Ao longo do período escolar, é colocado bolsa de estudos sobre bolsas, do primário até o superior, pessoas que se enquadram nesses esquemas, não terão melhores condições de vida, pelo emblema de uma política que ruma ao fracasso.
Está se aumentando o tempo escolar, do brasileiro, se antigamente se resumia ao ensino primário, hoje esta no fundamental indo ao superior, porem o ensino piorou e a segregação escolar melhorou.
É necessário também que se criem cronogramas de ensino para quem já esta trabalhando ou desempregado. O Brasil tem um período escolar precário para quem esta começando a estudar, quem já passou desse período fica restrito a uma semi-alfabetização, criando o subemprego a uma parcela da população.
É importante que se crie ações sociais do ensino primário ao superior, mais de fato, e não ações ilusórias, com fins eleitoreiros.
Marcos Cessar Marinhos
Presidente das Organizações Globo
Organizações Globo
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