domingo, 4 de setembro de 2011

Economia - Veja a repercussão do resultado do PIB do segundo trimestre



Economia - Veja a repercussão do resultado do PIB do segundo trimestre:

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Veja a repercussão do resultado do PIB do segundo trimestre
Economia brasileira cresceu 0,8% no período, segundo o IBGE.
Para Tombini, resultado indica ciclo sustentado de expansão.
Do G1, em São Paulo
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A expansão da economia brasileira perdeu força no segundo trimestre, com o Produto Interno Bruto (PIB) registrando crescimento de 0,8% frente ao trimestre anterior, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos primeiros três meses do ano, o crescimento ficara em 1,2%.
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Veja o que membros do governo e entidades civis acharam do resultado da economia:
Guido Mantega, ministro da Fazenda
"A impressão é que devemos ter um crescimento em 2011 mais para 4% do que 4,5% (...). A economia nesse momento deu uma desacelerada. Acredito que no terceiro trimestre ela vá ficar próxima desse patamar que tivemos no segundo trimestre, e depois no quarto trimestre esperamos uma aceleração da economia".
Alexandre Tombini, presidente do Banco Central
"O crescimento de 0,8% do PIB no segundo trimestre em relação ao primeiro, segundo os dados das Contas Nacionais divulgados hoje pelo IBGE, confirma que a economia brasileira se encontra em um ciclo sustentado de expansão, em ritmo mais condizente com o equilíbrio interno e externo e consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012".
Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento
"Os sinais de desaceleração da economia estão dentro do previsto pelo governo desde o início do ano para conter a inflação. Dessa forma, tem-se conseguido afastar o risco de descontrole da inflação sem comprometer o crescimento e dinamismo da economia brasileira"
Confederação Nacional da Indústria
"[O resultado do PIB] reforça o quadro atual de preocupação para o setor industrial (...). "Os dados indicam que parte relevante do crescimento da demanda interna é cada vez mais direcionada às importações, dada a contínua perda de competitividade da indústria brasileira e a persistência do câmbio valorizado [dólar baixo, que torna as importações mais baratas]".
Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical
"A condução da política monetária pelo Banco Central (BC), que se curva vergonhosamente aos especuladores, foi a grande responsável pelo crescimento de apenas 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no País no segundo trimestre deste ano ante ao mesmo período de 2010. Infelizmente, o crescimento do País é muito aquém do necessário. Este dado causa preocupação quanto ao PIB de 2012".

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