domingo, 4 de setembro de 2011

G1 - Maia diz que vai buscar 'consenso' para votar reajuste do Judiciário - notícias em Política



G1 - Maia diz que vai buscar 'consenso' para votar reajuste do Judiciário - notícias em Política:

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Maia diz que vai buscar 'consenso' para votar reajuste do Judiciário
Presidente da Câmara diz que quer atender demandas dos três poderes.
Dilma enviou pedido de aumento que amplia despesas em R$ 7,7 bilhões.
Andréia Sadi
Do G1, em Brasília
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O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse neste sábado (2) que vai buscar um entendimento na Casa para votar o pedido de reajuste dos salários do Judiciário. A presidente Dilma Rousseff enviou nesta sexta ao Congresso Nacional o pedido de aumento de salários do Judiciário que ampliaria em R$ 7,7 bilhões as despesas no Orçamento Federal de 2012.
Segundo Maia, a presidente Dilma tem demonstrado preocupação com os gastos públicos, mas ele afirmou que a Câmara vai trabalhar para atender "minimamente as demandas de cada um" dos poderes.
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"Vamos ouvir um lado, vamos ouvir o outro e vamos buscar um entendimento, um consenso, que viabilize as votações do Orçamento e atenda também demandas colocadas pelo Judiciário e Executivo", afirmou.
Nesta quinta, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), classificou como "equívoco" a ausência do pedido de aumento do texto original do orçamento e afirmou não ter dúvidas de que o governo federal faria uma revisão do tema.
Na quarta (31), a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, havia dito que não queria "fazer guerra com o Judiciário", mas afirmou que o reajuste não era "apropriado ao Orçamento" entregue ao Congresso.
"Vamos trabalhar para produzir harmonia entre os três poderes. [..] O Judiciário tem legitimidade, suas reivindicações. O ministro Peluso precisa dialogar com seus servidores. Nós temos de respeitar esta condição", disse Maia.
Novo imposto para saúde
Maia falou também sobre a criação de um novo imposto para saúde, como a CSS (Contribuição Social para Saúde), nos moldes da extinta CPMF. O presidente da Câmara afirmou que "há um clima muito contrário à votação de qualquer novo imposto".
"Mas também devemos ter a sensibilidade de discutir alternativas que ajudem a viabilizar novos recursos para a saúde. Concordo com Dilma quando ela diz que precisamos ter gestão, mas também novos recursos que ajudem os programas na área da saúde", disse.
A discussão sobre a criação de um novo imposto para financiar a saúde foi retomada por conta da Emenda 29, que fixa percentuais que devem ser investidos pela União, estados e municípios. O Congresso deve votar o tema no dia 28 de setembro.
"Nós temos de nos debruçar daqui até o dia 28 a cerca do debate da saúde e encontrar alternativas que viabilizem a votação da regulamentação da emenda 29 e recursos que ajudem a melhorar a saúde no país ", defendeu.

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